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Idam se reúne com Defesa Civil para dialogar sobre a Operação Enchente

Encontro teve objetivo de apresentar estratégias de planejamento e preparações para possibilidade de uma cheia severa

O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) participou, na manhã de hoje (21/01), de uma reunião com a Defesa Civil do Estado do Amazonas sobre a Operação Enchente. A reunião, realizada por videoconferência, teve como objetivo apresentar o plano operativo de uma missão para realizar, junto às prefeituras municipais, uma estratégia de planejamento e preparações para a possibilidade de uma cheia severa.

A reunião contou com a participação do diretor-presidente do Idam, Valdenor Cardoso; do diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural, Tomás Sanches; do diretor do Departamento de Preparação da Defesa Civil, tenente-coronel Adson de Souza Ferreira; e da meteorologista do Centro de Monitoramento e Alerta (Cemoa), Patrícia Guimarães.

Segundo Adson Ferreira, a missão visa apoiar os municípios no levantamento de informações, promover maior integração entre os órgãos municipais e estaduais, identificar as principais dificuldades encontradas em meio a um desastre de inundação e catalogar as principais necessidades em escala de prioridade, em caso de situação de emergência.

“O Governo do Estado está atento para a situação da subida do nível das águas dos rios e já está se antecipando para investir em uma proximidade maior com os municípios, a fim de buscar, em conjunto, uma solução adequada para que, em se consumando essa situação de desastre que pode vir a acontecer neste ano, não tenhamos percalços pelo caminho no atendimento à população”, salientou o tenente-coronel Ferreira.

Para Patrícia Guimarães, o cenário climático atual requer um monitoramento diário e efetivo visando a antecipação e a preparação para o caso de uma enchente mais severa. “Observamos uma alta probabilidade da configuração de La Niña, que é um sistema climático que acontece no Oceano Pacífico, um fenômeno relacionado ao resfriamento das águas superficiais e que serviu de força motriz para o desastre de inundação gradual do ano passado”, explicou.

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