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Diálogos Amazônicos chega a 4ª edição com debate sobre a ‘Embrapa e P&D no Desenvolvimento da Amazônia’

O projeto Diálogos Amazônicos, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), realiza a sua quarta edição no dia 22 de março, segunda-feira, com discussão sobre o tema “EMBRAPA e P&D no Desenvolvimento da Amazônia” e as presenças confirmadas do presidente da EMBRAPA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Celso Luiz Moretti e do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Jório de Albuquerque Veiga Filho, que dialogam como inovações tecnológicas podem ajudar a desenvolver a bioeconomia no bioma Amazônia, a EMBRAPA, instituição de pesquisa que tem prestado um inestimável trabalho para o desenvolvimento da agropecuária brasileira e já se lançou como peça fundamental para o desenvolvimento da bioeconomia, completa 50 anos em 2021.

No dia 05 de abril, está confirmada a participação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A inscrição é gratuita com possibilidade de envio de perguntas ao vivo. Os encontros começam sempre às 19h (horário de Brasília), no canal do YouTube da FGV, com transmissão ao vivo e aberta a todos os interessados.

O objetivo é debater em 20 reuniões virtuais propostas e ideias sobre como promover a diversificação produtiva da região e como inserir a Zona Franca de Manaus (ZFM) na agenda de desenvolvimento socioeconômico sustentável em temas como infraestrutura e desigualdade, por exemplo. A cada 15 dias haverá uma edição nova com o apoio das entidades do setor industrial Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), Eletros (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) e Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

Para saber mais e se inscrever, acesse o link https://eesp.fgv.br/dialogos-amazonicos

A moderação do projeto em todas as edições é feita pelos professores da FGV Márcio Holland, que coordena o programa de pós-graduação em Finanças e Economia (Master), e Daniel Vargas, Diretor de Pesquisa do FGV-Agro, estudiosos da Amazônia.

“No ‘Diálogos Amazônicos’ sempre vale lembrar que a gente tem sempre a presença de alguém da região, queremos fazer diálogos e integrar o Brasil com vários especialistas da região e de todo o mundo”, frisa Márcio Holland.

Conclusões da 3ª Rodada

Convidados para debater o tema da segunda edição, José Jorge do Nascimento (presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos – Eletros), Sérgio Leitão (diretor Executivo do Instituto Escolhas) e Vicente Nunes (jornalista e colunista no jornal Correio Braziliense) chegaram ao consenso de que a economia da região precisa ser diversificada a partir das potencialidades locais associadas com a Zona Franca de Manaus.

“A minha sugestão é que com base na tecnologia, com base nas recomendações do Inmetro que tem feito diversas consultas públicas para dotar a indústria do Brasil, especialmente a daqui sediada em Manaus, de novos critérios de padrão, a gente possa pensar essa requalificação juntando academia, as empresas, o governo e a sociedade para que a gente possa garantir em Manaus, e o estado do Amazonas continuará sim sendo um grande produtor de divisas para o país, mas fazendo essa reconversão e essa união com aquilo que existe com aquilo que precisa ser”, destaca o diretor do Instituto Escolhas.

“É importante que a gente tenha um caminho de diversificação da economia da região baseado nas suas potencialidades, mas também precisamos de recursos. Temos uma carência total de infraestrutura, uma limitação de profissionais capacitados para áreas estratégicas, não há nenhum modelo hoje que substitua em pouco tempo a geração de emprego, renda, arrecadação de imposto e tributos como o Polo Industrial de Manaus faz hoje. A gente precisa sempre pensar na complementação”, destaca o presidente da ELETROS, Jorge do Nascimento.

Assista ao debate “Zona Franca de Manaus e Bioeconomia: escolher ou conciliar?” completo, clique aqui:

 

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